O Instituto de Biologia Molecular e Celular é uma unidade de investigação da Universidade do Porto, criada em 1992 pelo Programa CIÊNCIA. Em 2000, o IBMC e o Instituto Nacional de Engenhara Biomédica (INEB) associaram-se e foi constituído o Laboratório Associado IBMC-INEB, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.
O IBMC foi constituído como um Centro de Investigação multidisciplinar em grandes áreas que incluem: as doenças genéticas, doenças infecciosas e imunologia, neurociências, stress e biologia estrutural. Com mais de 30 grupos de Investigação e com um número superior a 200 estudantes graduados, o Instituto fomenta a investigação básica que está na origem de aplicações na biomedicina e biotecnologia. A maioria dos investigadores principais estão associados a uma das cinco Faculdades da Universidade do Porto e os seus dois Hospitais Universitários, bem como a outras instituições biomédicas nacionais e de investigação ambiental.

O CGPP é uma iniciativa clínica do IBMC e tem como missão a prestação de serviços de diagnóstico em genética molecular, aconselhamento genético e ensino pré/pós graduado, de forma integrada e em estreita colaboração e integração com o Laboratório Associado IBMC-INEB, constituindo-se como centro de referência nacional em Genética para áreas como a Neurologia, Pediatria e Hematologia.
Nasce da necessidade de aplicação à saúde de novos desenvolvimentos da investigação científica e através da colaboração formal entre várias unidades do IBMC, que trabalham em doenças genéticas: UnIGENe (Director: Prof. Jorge Sequeiros), IRIS (Directora: Prof. Maria de Sousa), Neurobiologia Molecular (Directora: Prof. Maria João Saraiva). Cada um destes grupos estabeleceu-se já como centro de referência em Portugal e alcançou reputação científica nacional.
No âmbito da sua componente científica e de formação, foram realizados no CGPP, IBMC diversos projectos de fim de Licenciatura, Mestrados e Doutoramentos, nas áreas da genética molecular, genética psicossocial e aconselhamento genético.
O CGPP, IBMC dispõe de um Biobanco de DNA e linhas celulares que permitem: - armazenar DNA para estudos posteriores, no caso de não ser possível estabelecer o diagnóstico no momento do teste ou não existir teste disponível; - estabelecer, manter e preservar linhas celulares linfoblastóides para estudos posteriores, investigação clínica, estudos funcionais e ensaios terapêuticos. O DNA e linhas celulares são mantidos e utilizados sob os princípios de boas práticas laboratoriais e éticos.
O CGPP – Centro de Genética Preditiva e Preventiva, no âmbito do seu Sistema de Gestão, estabeleceu os seguintes objectivos para a sua Política da Qualidade:
